O viveiro que virou gatil!

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Os gatos comeram os passarinhos? Não. Tudo é uma questão de adaptação. Essa é uma experiência de transformação.

 

Cristina e Sônia Barros são duas irmãs que adoram gatos. Hoje têm um gatil (em Uberaba-MG), mas, antes disto, alimentavam e davam de beber a gatos “quase” selvagens. Sabendo da história, pedi que contassem essa “aventura” aqui na coluna e agradeço por elas terem aceitado o convite. Eis uma história legal de protetores:

“Então vamos lá… esse gatil é uma adaptação de um viveiro de pássaros que o antigo dono da nossa chácara mantinha. Quando ainda morávamos no bairro Grande Horizonte, a gente alimentava 6 gatos de rua que vinham toda noite na porta de casa, comiam a ração bebiam a água que colocávamos e iam embora. Não mantinham contato direto com humanos, mas vinham todas as noites.

Quando nos mudamos pra Chácara, ficamos pensando em como continuar os alimentando, mas nenhum vizinho quis assumir e a maioria nem gostava dos gatos por lá… Então ficamos pensando em como levá-los pra conviver com vários cachorros, sendo tão ariscos. Aí veio a idéia de adaptarmos aquele viveiro que tinha um tamanho bom para abrigá-los, pelo menos num primeiro momento, pois não tivemos coragem de mudar e deixá-los para trás, abandonados à própria sorte. Com a ajuda de nossa veterinária, resgatamos e castramos todos.

Hoje, após 4 anos, vivem todos bem no nosso gatil, que fomos melhorando colocando casinhas, areia, plantas, prateleiras para brincarem e etc… era para ser um lugar transitório, mas eles gostaram tanto que não querem sair de lá. Pode até deixar o portão aberto que nem ligam… hehehe. O que mais achamos curioso no gatil é que, quando chega um gato diferente, todos entram em suas respectivas casinhas…”.

São infindáveis as histórias de um gatil e logo vamos pedir às irmãs Cristina e Sônia Barros para contar mais. 

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Lady

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Cadela da raça Labrador faz coisa inédita em busca de sua família

 

A cadela Ma Kettle perdeu seu dono no segundo semestre de 2012. Foi então levada para o abrigo Chautauqua County Animal Shelter, em Kansas, onde foi adotada por uma nova família, em outro estado americano.

A família que adotou a cadela, que já era idosa, já tinha alguns filhotes e esses não se entenderam muito bem, o que fez com que a família optasse por devolvê-la ao abrigo. Lá ela foi encaminhada para uma senhora em outro estado.

A valente Ma Kettle escapou e tentou voltar à casa de sua segunda família. A cadela andou 48 km, caminhando com muito esforço por ser idosa e já sentir os efeitos da idade avançada. Ela tinha artrose.

E para surpresa da própria cadela, ao chegar à casa de seus donos ela foi rejeitada por eles.

Mas, felizmente, a sorte de Ma Kettle estava para mudar. Quando sua história apareceu, se tornou viral e chamou atenção de uma mulher apaixonada por animais.

Helen Rosburg, também conhecida como a autora Helen Rich, é uma rica empresária e colecionadora de arte. Ela reservou uma passagem de avião para a cadela  que agora se chama Lady, e vai passar o resto de sua vida com dignidade e conforto em uma fazenda de 100 acres com diversos outros animais também resgatados.

Funcionários do abrigo contaram que a cadela idosa ficou bastante entusiasmada e feliz com a sua nova jornada.“Ela entrou no jato sem problemas. Simplesmente subiu, balançando a cauda rápida e alegremente”, disseram. Os animais entendem muito mais do que imaginamos, com certeza!

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Cães e gatos exigem cuidados especiais durante o inverno

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Matéria com a veterinária Karine Romanel, publicada na coluna do Jornalista Marcos Moreno no Jornal de Uberaba

A médica veterinária da Esalpet Karine Romanel dá dicas especiais para que os animais de estimação não sofram com o frio da estação

 

CURITIBA, 24/07/2015 – Com a queda das temperaturas surgem problemas de saúde tradicionais desta época do ano que incomodam muita gente. Mas os animais de estimação também sofrem com a estação mais fria do ano e seus donos devem adotar medidas importantes para garantir a saúde de seus companheiros.

 

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Os cães com pelagem curta, como os Pinschers, Dachshund (conhecidos por muitos com linguicinha ou Cofap) e os chihuahua, e os cães que possuem pelos longos, mas que são tosados com lâmina baixa são os que mais sentem frio durante o inverno, conta a médica veterinária da Esalpet, Karine Romanel. “Como todos nós, os animais sofrem um pouco com o frio do inverno. Quanto menos pelos ele tiver, maior é a chance de que ele tenha algumas dificuldades para enfrentar essa fase do ano. Por esse motivo, os donos devem ficar muito atentos para garantir a saúde dos animais”, explica.

 

Quando se trata de cães, os principais problemas de saúde são os relacionados às bronquites, Tosse dos Canis (Gripe Canina) e graves pneumonias. Para evitar esses problemas, o dono deve se certificar se o animal recebeu todas as vacinas necessárias. “Os cães precisam tomar, indispensavelmente, a vacina contra Gripe Canina. Esse é o primeiro passo para um inverno sem problemas”. No caso dos gatos, a vacina essencial é a Quádrupla Felina.

 

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Roupas quentinhas também contribuem para manter os animais aquecidos.  “Nesta estação, os donos podem abusar de roupas adequadas de lã, soft ou plush; cobertores; edredons; e, até mesmo, aquecedores de ambiente para os dias de inverno rigoroso”.

 

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Para completar, a médica veterinária Karine Romanel sugere que os donos de cães e gatos disponibilizem uma alimentação balanceada, baseada em rações de boa qualidade. “O inverno não exige uma mudança na alimentação dos animais, pois eles tendem a comer um pouco mais se acharem necessário. O que eu sempre falo para os donos é que os cães e gatos devem receber alimentos com qualidade comprovada. Isso vale para qualquer estação do ano”, completa a especialista.

 

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