Os cães heróis do 11 de Setembro

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O mês de Setembro se aproxima e com ele a lembrança de um dos piores atentados terroristas da história. Os ataques ao pentágono, em Washington D.C, e ao World Trade Center, em New York, deixaram marcas na sociedade Estadunidense e provocaram mudanças nas legislações referentes à aviação civil em todo o mundo.

 

O que pouca gente sabe é que o time dos heróis que trabalharam no resgate e evacuação das torres gêmeas não era formado somente por humanos.

 

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Fonte: Internet

 

O livro “Dog Heroes of September 11th: A tribute to America’s search and rescue dogs” (em tradução livre “Os heróis caninos do dia 11 de Setembro: Uma homenagem aos cachorros de busca e resgate da América”) teve sua primeira edição lançada em 2006 e ganhou inúmeros prêmios, dentre eles, eleito o livro do ano pela Associação de Escritores para Cães da América (Dog Writers Association of America).

Um dos heróis retratados no livro é Porkchop, um cão farejador que trabalhou por 4 dias seguidos no marco zero (local onde ruíram as torres gêmeas).

PorkChop

Nesta foto, ele é flagrado recebendo fluído para reidratação nas veias (uma espécie de soro), para se recuperar do desgaste e esforço excessivo. Os olhos estavam frequentemente marejando por causa da fumaça, as patas machucadas e o nariz cheio de uma mistura de poeira com o cheiro de morte.

Outro caso conhecido e que circulou pela internet desde o ocorrido é de Roselle, um cão guia da raça labrador e que guiou o seu dono – Michael Hingson, na época com 51 anos e cego desde o nascimento – que trabalhava em uma das torres, em um escritório localizado no 78º andar.

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Michael relatou que, enquanto descia pelas escadas de emergência, com Roselle o guiando calma e tranquilamente, ouvia latidos de outros cães na escadaria e posteriormente ficou sabendo que se tratavam de outros cães guia.

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Na foto, Roselle é vista com Salty e Apollo, outros cães guia que foram condecorados com medalhas pelo ato heróico que fizeram.

 

O convívio com os pets é um privilégio. Além das lições que aprendemos com eles diariamente, eles também ajudam e guiam várias pessoas em todo o mundo. São verdadeiros anjos.

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A professora Fiona e mais uma lição

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E não é que a Fiona foi capaz de me ensinar mais uma lição?! Depois de me ensinar sobre amor/compreensão e depois sobre desapego, ela continua me ensinando do jeito especial que só o convívio com ela proporciona.

Quem tem cachorro ou outros animais de estimação sabe que eles sofrem quando viajamos e os deixamos sozinhos. Existe até nome para este comportamento: Síndrome da Ansiedade de Separação.

Com a Fiona não é diferente e sempre que viajamos ela faz greve de fome e fica mais tristinha. Antes da viagem, ao colocar comida e água em mais de uma vasilha, ela percebe e tenta chamar a atenção. Talvez seja o jeito dela dizer “me leve também”, ou talvez esteja apenas querendo aproveitar ao máximo o tempo comigo antes que viaje e ela fique sozinha.

Na minha última viagem, acordei cedo e, quem me conhece, sabe que tenho péssimo humor pela manhã, principalmente quando não acordo naturalmente – com despertador ou quando me acordam.

Como estava previsto que saísse às 6 da manhã, acordei meia hora antes para poder arrumar algumas coisas e colocar comida para a Fiona. Quando peguei a vasilha extra e comecei a colocar comida, ela ficou agitada. Quando coloquei água em uma vasilha extra, ela começou a tentar chamar minha atenção, segurando meus pés com as patas e dando mordidinhas de leve, como todo cachorro faz quando quer brincar.

Não dei muita atenção e quando terminei o “ritual pré-viagem”, enquanto caminhava novamente pelo quintal, ela continuou insistindo, correndo atrás, “abraçando” meus pés e dando mordidinhas. Aconteceu de uma mordidinha dessa ter acontecido no momento em que eu tiraria o pé da base do chão e o moveria para frente, no movimento da caminhada, e isso fez com que “potencializasse” a mordida e isso doeu um pouco. Foi pouco, mas como eu estava de mau humor, fiquei irritado, peguei-a pelas patas da frente, levantei e a empurrei para que se afastasse. Mas com o sangue quente, fiz força demais e a joguei de maneira que ela não conseguiu cair “em pé” no chão. Ela deu um latidinho típico de choro e fiquei preocupado em tê-la machucado, mas ela logo voltou correndo para meu lado querendo brincar.

Foi aí que minha cara foi ao chão. Corei de vergonha. Ela, como Rottweiler, é um cachorro que tem capacidade para me atacar e fazer um bom estrago. Se quisesse revidar, bastaria uma mordida ou então pular com as patas dianteiras em meu peito para me derrubar. Mas não. Em toda sua lealdade, ela voltou com a carinha alegre, querendo apenas atenção e um pouco de carinho.

Fiquei triste com minha atitude e refleti. Por que usamos nosso estado de espírito – seja mau humor, impaciência, tristeza, ira, dentre outros – como desculpa para agir da maneira errada? Por que temos dificuldade em nos colocarmos no lugar do próximo ou por que não o fazemos com frequência? Por que tomamos essas atitudes irracionais justamente com quem é mais próximo de nós ou quem mais precisa de atenção?

Vez ou outra temos desentendimentos com pessoas da família ou amigos, e a coisa só piora porque o outro lado geralmente revida de alguma forma. Quando não revida, reage de maneira que nos incita a pensar que o nosso ato errado é justificável.

Com a Fiona não foi assim. Ela me mostrou que não é porque alguém me infligiu mágoa que eu também tenho o direito de fazê-lo. Ela literalmente ofereceu a outra face. Ela foi leal. Foi companheira. Foi paciente. Foi amiga.

Ela me mostrou o que tem de melhor, mesmo em um momento que mostrei o que tenho de pior. Talvez uma das maiores lições de humildade que já tive. Mais uma das muitas lições que a princesa Fiona ensinou e ainda há de me ensinar.

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Meu Pet Touro

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Chris Thomas é um francês que viajou para a Espanha e ficou comovido ao assistir uma tourada. Considerava inacreditável que ainda existam “espetáculos” como os da Idade Média, em tristes arenas onde o público se deleita com o sangue, seja de humanos ou de animais.

Então o jovem quis ver as “bestas” e pediu para comprar um desses touros, salvando assim a sua vida. O touro foi levado para sua casa na região da Campiña Francesa e desde este dia foi tratado com carinho, como se fosse um mascote.

Em pouco tempo, o touro passou a se comportar como um pet fofinho. Começou a passear com seu dono pelas ruas e até corre com ele na praia.

Confiram o vídeo desta emocionante história.

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